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'Groenlândia escolheu a Dinamarca', diz primeiro-ministro do país em meio a tensões com os Estados Unidos

Vista de casas em Nuuk, na Groenlândia, em 22 de junho de 2025 Kwiyeon Ha/AP Photo/Arquivo "A Groenlândia escolheu a Dinamarca em vez dos Estados Unidos", dis...

'Groenlândia escolheu a Dinamarca', diz primeiro-ministro do país em meio a tensões com os Estados Unidos
'Groenlândia escolheu a Dinamarca', diz primeiro-ministro do país em meio a tensões com os Estados Unidos (Foto: Reprodução)

Vista de casas em Nuuk, na Groenlândia, em 22 de junho de 2025 Kwiyeon Ha/AP Photo/Arquivo "A Groenlândia escolheu a Dinamarca em vez dos Estados Unidos", disse o primeiro-ministro da ilha ártica, Jens-Frederik Nielsen, em uma coletiva de imprensa em Copenhague nesta terça-feira (13). A ilha, que é a maior do planeta, está sob "ataques" do presidente americano Donald Trump desde o primeiro mandato do republicano. As investidas aumentaram desde que ele assumiu a Casa Branca novamente no ano passado. Nesta segunda-feira (12), o governo groenlandês declarou que a Groenlândia não aceitará "sob nenhuma circunstância" a possibilidade dos Estados Unidos se apoderarem da ilha e intensificará seus esforços para garantir sua defesa por parte da Otan. "Os Estados Unidos reiteraram o seu desejo de tomar posse da Groenlândia. O Governo de Coalizão da Groenlândia não pode aceitá-lo sob nenhuma circunstância", afirmou em comunicado. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Um grupo de países europeus está discutindo planos para reforçar sua presença militar na ilha para fazer frente às ameaças de anexação feitas por Trump, segundo a agência de notícias norte-americana Bloomberg. O governo da Groenlândia confirmou os esforços da Otan para assegurar o status da ilha. "Diante da postura muito positiva adotada por seis países membros da Otan em relação à Groenlândia, o Naalakkersuisut (governo da ilha) intensificará seus esforços para garantir que a defesa da Groenlândia seja integrada no âmbito da Otan", completou o comunicado. O governo do primeiro-ministro Jens-Frederik Nielsen enfatizou que o país pretende "permanecer sempre como parte da aliança de defesa ocidental".