Polícia faz operação no Muquiço contra assassinos de inspetor vítima de emboscada na Av. Brasil
Polícia Civil faz operação no Muquiço para localizar assassinos de policial da DH A Polícia Civil do RJ iniciou nesta segunda-feira (20) uma operação no ...
Polícia Civil faz operação no Muquiço para localizar assassinos de policial da DH A Polícia Civil do RJ iniciou nesta segunda-feira (20) uma operação no Complexo do Muquiço, na Zona Norte do Rio de Janeiro, a fim de levantar informações sobre os assassinos do inspetor Carlos Alberto Freire Neto, que foi vítima de uma emboscada no último dia 8. A ação mobilizou agentes da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), do Departamento-Geral de Homicídios e Proteção à Pessoa (DGHPP) e da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core). As equipes foram recebidas a tiros nesta manhã. “A Polícia Civil reforça que ataques contra seus agentes representam um ataque ao Estado e que todos os envolvidos serão identificados, localizados e responsabilizados”, afirmou a instituição. Até a última atualização desta reportagem, 2 homens haviam sido presos — a polícia ainda ia analisar se eles têm relação com o ataque. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Viaturas da Polícia Civil no Muquiço Reprodução/TV Globo Relembre o ataque Na manhã de 8 de julho, 4 agentes da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) estavam em um carro descaracterizado e seguiam para uma ação de reconhecimento na região, a fim de levantar informações para planejar o cumprimento de um mandado judicial. Na entrada do Muquiço, traficantes abriram fogo contra a equipe, e 2 comissários foram atingidos. Um dos disparos acertou Carlos Alberto na cabeça. Ele chegou a ser levado para o Hospital Municipal Albert Schweitzer, mas não resistiu. A policial Juliele Brandt foi baleada na perna e já recebeu alta. Logo após a emboscada, centenas de policiais civis foram mobilizados para uma operação na comunidade do Muquiço. Escolas e unidades de saúde da região precisaram interromper o funcionamento por questões de segurança. Quatro homens foram presos. Inspetor da Polícia Civil Carlos Alberto Freire Neto Reprodução